Dicas para melhorar a gestão de pessoas em pequenas e médias agências de publicidade

A publicidade brasileira está entre as mais criativas do mundo. Altamente premiada, com cases que entraram para o hall da fama da comunicação mundial. Exemplos de campanhas memoráveis não faltam: “Homem com mais de quarenta anos”, da DPZ para o Conselho Nacional de Propaganda, “A Semana”, da W/Brasil para a Revista Época, “Real Beleza”, da Ogilvy para Dove e mais recentemente “Infinitas possibilidades, da AlmapBBDO para Getty Imagens e “100” da F/Nazca para Leica Gallery São Paulo, que trouxe para o país o primeiro Grand Prix em Filme.

Toda essa criatividade, reconhecida mundialmente, é fruto do brilhantismo de várias gerações de profissionais que construíram – e seguem construindo – o nosso mercado. É fruto do trabalho de pessoas, de equipes. Bingo! Chegamos ao ponto principal de toda essa magia: as pessoas. São elas as grandes responsáveis pelo sucesso da publicidade nacional.

A capacidade de atrair e de reter talentos sempre foi um dos grandes trunfos das nossas agências. E este sempre foi seu grande diferencial. Foi. Houve um tempo em que as vagas nos departamentos de criação, planejamento, mídia e atendimento eram disputadas a tapa pelos jovens recém-saídos das universidades. Mas a rotina estressante e, principalmente, a falta de uma atenção especial à gestão de pessoas começou a espantar do mercado as “mentes brilhantes”, que saíram em busca de novos desafios, de novas experiências, de uma nova e mais prazerosa trajetória no universo da criação.

O desafio é bem maior nas pequenas e médias agências

Cá para nós, a gestão de pessoas, principalmente nas pequenas e médias agências de publicidade, sempre fica em segundo plano, não é verdade? Muito pela falta de tempo, pela falta de grana, pela equipe reduzida. E não se espante, já que isso é totalmente compreensível, apesar de não ser desejável nem recomendável. Mas a realidade destas empresas é muito diferente do que pensa o imaginário coletivo sobre o “glamour” da comunicação.

As grandes agências brasileiras, seus milhões de reais em compra de mídia, suas sedes suntuosas, modernas, abarrotadas de vídeo-games de última geração, mesas de sinuca e geladeiras descoladas dão uma ideia um pouco distorcida sobre a realidade da maior parte do mercado: empresas pequenas que lutam para sobreviver demonstrando a mercados pequenos a importância de uma comunicação profissional; empresas com profissionais que se desdobram entre a criação, a gestão da empresa e o atendimento aos clientes. Não é compreensível que a gestão de pessoas fique um pouco de lado?

Novamente a gente afirma: é totalmente compreensível, mas não recomendado. Inclusive porque hoje vemos formas e exemplos de pequenas e médias agências que dão um show na gestão de pessoas, provando que sim, é possível ter uma gestão profissional e eficiente mesmo em empresas de pequeno porte. E pode ter certeza, isso faz toda a diferença.

“sim, é possível ter uma gestão profissional e eficiente mesmo em empresas de pequeno porte”

Empresas que dedicam parte de seu faturamento para criar ambientes saudáveis para seus colaboradores, que estruturam um plano de carreira, que se preocupam com sua equipe têm registrado um grande crescimento em matéria de faturamento e trabalhos reconhecidos. Não adianta, agências de comunicação são formadas por pessoas. E é fundamental que os gestores se preocupem com elas.

O que as pessoas buscam?

Tudo bem, todo mundo trabalha para conseguir dinheiro. Mas não é só por isso que elas dão o seu melhor em um ambiente de trabalho. Não é por dinheiro que as pessoas “vestem a camisa” da sua empresa. Mantê-las motivadas é o que faz toda a diferença. E isso só é possível quando essas pessoas percebem que a empresa se preocupa com elas. E que elas podem e irão crescer junto com a empresa. Esse é o nosso conceito de time.

Motivar as pessoas, principalmente na dura rotina da comunicação, não é nada fácil, a gente sabe. Além de reconhecer o outro como um ser humano, é preciso reconhecer a importância de cada colaborador para a empresa e dizer isso a eles. É preciso investir no bem estar dessas pessoas, tanto pessoal, com benefícios, bônus, planos de saúde, quanto profissional, com treinamento, com um ambiente saudável, bem planejado.

Acima de tudo, para motivar as pessoas é preciso desafia-las a dar o seu melhor. E demonstrar que, com isso, todos sairão ganhando: agência, colaborador, e o mercado em geral.

Existem muitas maneiras simples – e com baixo custo – para promover algumas melhorias nos ambientes internos das agências. Uma delas é a implantação de uma rede social corporativa. São ferramentas que já viraram tendência no mercado e facilitam a conexão entre as pessoas, aumentando a velocidade na troca de informações, garantindo o controle e o cumprimento de metas e prazos, gerando um aumento significativo na produtividade do seu time. Mas, acima de tudo, possibilitando a criação de um ambiente mais leve e divertido de interação entre você e toda sua equipe.

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